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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Só um cara


Ele não tinha sorte no amor. E essa frase resumia toda sua existência atrapalhada. Sua amiga sempre lhe dizia que seu problema era que ele era um "cara legal demais". E é sabido que "caras legais" sempre se dão mal no amor.
Esse é o problema de viver tudo de uma vez, e não saborear aos poucos. Ele sempre bebia tudo de um gole só, sabia demais, sentia demais, coisas que não precisam de verdade saber demais... Sempre nas reações "delas", fazendo suas estratégias intricadas, dando tudo, e querendo tudo. Amor não é comércio, de dar e receber. Não é troca equivalente. Amor é um risco.  Ele sempre se doava e se anulava. Ele sempre entrava no jogo que elas faziam para mudá-lo. Ele sempre construía Galatéias, querendo encontrar sua mulher ideal em todas elas. Ele era um cara legal, e merecia uma mulher ideal. Não existem ideais de amor. E esse era parte de seu azar no amor.  Como um cara legal, ele queria aquele amor de filme flufly, fotos de capa e tumblr, que as pessoas comentassem o quanto eram perfeitos juntos. Ele queria ser perfeito para ela, e ela tinha que ser perfeita para ele. Queria que toda a perfeição fosse ofuscante, em um lindo castelo de vidro. Castelos de vidro são frágeis de mais. E sempre tinham trincas dentro. Ele, no fim, não pedia demais. Uma garota inteligente e bela, com gostos a fins, e uma linda história de amor digna de novela das nove. Ele era romântico, e era um cara legal... Queria apenas seu amor perfeito. Ninguém lhe explicou sobre o quanto o amor é imperfeito. O quanto ele começa engatinhando. E o quanto ele pode nem mesmo andar. O quanto o amor machuca. É atrapalhado. O quanto as pessoas são imperfeitas. O quanto as mulheres são inconstantes. E que as mulheres não buscam " caras legais". Não esse tipo de "cara legal." E isso se resumia a todo o azar em sua vida amorosa. Afinal, o amor não é um jogo de xadrez onde você prevê as jogadas.  Quando você mesmo esperar, vai ser xeque-mate, meu amigo, e aí já era.  Lorem Krsna

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Sentimental



Estou em meu momento sentimental. Podem rir, ando mesmo chorando e suspirando por qualquer motivo. Ando dispensando minhas lentes de aumento para ver os detalhes das coisas: só as sinto pulsar.
Ando mesmo cansando de tentar enxergar todos os lados, de inventar as mil desculpas. Estou aceitando, enfim, a irrevogável situação, de que todo mundo, em algum momento, se comporta como um tolo.Se é, que é realmente uma tolice sentir a flor da pele, remover todas as camadas e se deixar levar. Se sentir sensível e exposta, vulnerável, com uma seta  néon no calcanhar de Aquiles. E até o medo da flecha é libertador. 
É bom chorar quando se tem que chorar. Quando se acumula a sua tempestade interior. Eu tenho muitas tempestades interiores. Na verdade, dentro de mim se encontram calamidades naturais frequentes, mesmo que veja apenas minha cara de paisagem. E é diferente a situação de lançar uma tempestade para fora finalmente. Ir de uma gargalhada cuidadosamente contida, a um choro convulsivo, libertando todas as feras. Xingar, sem a menor elegância.
Talvez essa seja uma porta temporária aberta, onde liberto meu anjo e meu monstro. Onde posso dar aquele beijo, ou aquele tapa. Onde posso largar a dormência fria e letárgica, e cair no olho do furacão do sentir. O perigo, agora vejo, é o prenúncio da explosão. Aquele instante onde ninguém sabe qual sera o tamanho do estrago. Depois que ela ocorre, a gente só recolhe os pedaços. As vezes o prenuncio da dor é pior do que a dor. As vezes o prenuncio do amor é bem melhor do que o amar. As vezes você deixa mesmo correr sua fraqueza, deixa vazar um pouco da água, ou a represa explode.
É isso. Está cheio demais. Que saia um pouco. Apenas deixa fluir.Apenas deixa explodir. Depois, vamos aos estragos.

Lorem Krsna 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Conexão

Eu não decoro minhas próprias palavras, e meu discurso vai sempre no improviso. Por isso, acredite em minhas palavras ditas assim de repente, no meio da madrugada, entre um gole de café. Minha verdade vem quando o momento menos espera. E eu posso te falar de amor, no meio do noticiário da tarde, sem qualquer aviso, e posso fugir do assunto, falando do lançamento daquele autor, ou porque o DNA mitocondrial é tão incrível na identificação humana. Pode não parecer lógico, mas me perco no meio da história, no meio das conexões, nos desvios de assunto.
É difícil lidar com alguém estranho assim. É difícil tentar enxergar por trás dos pretextos. É difícil estar ao meu lado, quando não se sabe nem ao menos onde estou.

Lorem Krsna

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Vago

Não são respostas vagas, são perguntas vagas. Mas, sei lá, gosto dessas coisas vagas. Gosto de não ter certeza, até que a hora peça. As vezes, me emociono mais no improviso, nessas coisas não pensadas, nos presentes repentinos, nos poemas mais simples, das coisas não explicadas. Gosto de ter meu caderno de perguntas, de teorias. Gosto de querer tantas coisas que uma só vida não me bastaria. Gosto de pensar tanto, e até mesmo dos pequenos detalhes que camuflam meus pensamentos. É como se por trás de tudo, de minhas crises de insônia, ou de meu dormir demais, ou aprendesse que o meu ser reside na incerteza, na intensidade, nos meus exageros, e no saltar do muro. Em meus amores ingratos, vagos e não correspondidos, ou de ser a ingrata e não correspondente de alguém. Gosto até mesmo desses declives, de tropeçar neles, e na rapidez com que caio e levanto. 
Definitivamente, apesar de as vezes tão dramática, de sofrer por antecedência, de querer tudo de uma vez, de andar por aí tropeçando pela vida. Eu amo mesmo essa vida.
Lorem Krsna

terça-feira, 2 de julho de 2013

DEFINIR


Um dia tive medo amigo, mas nem sei bem o que é isso.
Nem sei o que é o estranho e indefinido amor.
Só entendo bem os frios do invernos, e o calor que vem no verão.
E entendo da lágrima, e de perder as coisas...
Talvez meus atrasos não sejam lapsos.
Talvez meu sentir, não seja no fim tão falho.
E o amor e o medo do qual entendo, seja o medo e o amor aos quais pertenço,
Indefiníveis, incertos, mas reais.


Lorem Krsna

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Lar



“Talvez eu não entenda muito sobre amor. Mas sei que ele não começa no fim de semana e termina na segunda. Amor não é tempestade, é suavidade, é algo sorrateiro, que vai te mudando. É quando você encontra uma pessoa, e que ser melhor para ela, se amar, para amá-la, se aceitar, para aceita-la. É quando você abraça alguém, e sente como se houvesse atravessado o mundo e finalmente tivesse chegado ao lar que sempre imaginou.”
__ Lorem Krsna




segunda-feira, 17 de junho de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

Planos "falíveis"


A verdade, é que eu esqueci de te dizer um monte de coisas. Talvez nem sejam tão importantes, ou talvez sejam o ultimo passo pra alcançar alguma linha invisível. Eu talvez só sirva pra livrar, libertar. Nada pode tirar mais seu sono do que as coisas que você esqueceu de dizer. Os discursos inteiros repensados, que na hora esperada, evaporam. A gente pensa demais meu amigo. Pensa demais, e nunca somos o que pensamos ser, nunca pensamos como os outros, e quanto mais a gente pensa, mas a gente se afasta da verdade, achando que está no fim da linha deste pensamento.
E eu pensei um monte de coisas, e planejei mais uma porção delas. E acabei amassando tudo e jogando na lixeira mais próxima. Meus planos, quase sempre são "falíveis". O que dá certo, é o que eu menos espero. Como o fato de eu estar indo pra longe. E de eu estar esquecendo como você ri. Essas coisas, elas são tapas que te colocam em seu eixo.   
Eu esqueci de te falar, que por muito tempo eu falei seu nome por engano, por que em algum nível de meu inconsciente, ele estava sempre lá. Junto com seu sorriso, seu perfume. E isso me deixava não saudosista, mas com raiva de mim. Eu queria que as coisas fossem fáceis. Mas a vida não é fácil, e na maioria das vezes, também não é justa. A gente que se adapte e mude. Que jogue as fotos fora, queime as cartas, procure outros risos, mude os ares, e procure o seu modo de superar as planos "falíveis". Esse é o tipo de papel gasto que não se recicla. 
Esse é o tipo de coisa que serve como o chute que te manda pra frente, ainda que antes você se arranhe toda no chão. 
Acho que nós dois superamos, lambemos nossas feridas, e não esperamos o mundo para colar nada que foi quebrado.

__Lorem Krsna

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Simples assim



Nunca gostei de "mas" ou "porém". Gosto de uma sentença só, direta, sem rodeios, sem curvas nem contradições. Gosto de pessoas que dizem o que querem, o que sentem, que facilitam... Gosto de saber onde piso, de ter as placas de aviso, para que decida se vou segui-las ou não. Detesto passos no escuro...
Gosto de mão que se encaixa, de palavras que esclarecem, ou de gestos que nem precisam de nenhuma palavra...
Se eu pudesse escolher, seria tudo descomplicado, dia de acordar cedo nunca teria chuva nem seria nublado, comida sempre seria a da minha mãe, e a gente só gostava de quem gostava mesmo da gente.
Se eu pudesse escolher, andaria mais leve, sem tanto peso de tentar entender, decifrar o que me dizem, tentar ler nas entrelinhas, quando poderia ser tudo mais simples. Eu gosto da clareza das coisas, de poder ler as pessoas, sem precisar de dicionários e rodapés. Não quero ter que recorrer aos externos, quando tudo tinha que ser de dentro pra fora, no ato, na hora que acontece. De você puxar o ar e falar tudo o que te vem no impulso e que te sufoca, e depois, nem que depois aguente as consequências, mas você fez algo. Você deu a cara pra bater,  e não se escondeu no escuro e nas desculpas. Você disse não ou sim, largou o talvez, foi pro agora. Beijou quem tinha que beijar, sofreu o que tinha que sofrer, por algo que fez, e não pelo que não fez, pelo o que não disse, pelo o que pensou e o que faria "se".
Não me venha com "mas". "Não" ou "sim". Simples assim.
Lorem krsna

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Mania


" As pessoas tem a mania de sentirem falta daquilo que nunca possuíram." Lorem Krsna

terça-feira, 26 de março de 2013

As asas e o tempo



"Por um tempo talvez você creia
Bem depois do tempo que me fui...
E talvez, só nesse lapso da memória, não sendo mais
Eu seja, alguma coisa além dessa espera.
Foi há um quarto de hora, três dias, três séculos ou mais.
Mas naquele tempo, deixei algo importante para trás.
Algo muito difícil de se recuperar agora.
Mas hoje é diferente meu bem.
Hoje sei voar!
Sou passarinho, aeroplano ou asa delta.
Sou borboleta buscando a tua flor.
Hoje o tempo não me afeta, e nem sou mais espera.
Hoje eu posso te alcançar aonde quer que esteja..."
Lorem Krsna

domingo, 24 de março de 2013

Saudade crônica





Às vezes me sinto cansada, velha, solitária e em dúvida demais.
Nada a que me apego, pode retribuir, e por isso aprendi a não esperar demais, e ainda assim, por vezes espero. Espero enquanto me sento na calçada no fim de tarde e vejo como o dia acaba em estranha e bela melancolia, com um café ou um chá a descansar na mesa, ao lado de um livro, ao som de uma música, e repleto de pensamentos tortos e saudades meio vagas...
E eu sei que por mais que a mente obrigue, nunca vai deixar de ser diferente. E até mesmo essa tristeza solitária me faz me sentir bem, como se a plenitude de um sentimento completo me deixasse presa a estranha sensação de alcançar a linha de chegada, e não ver nada a frente. Por que sou sempre eu que gosto mais, que sinto mais...E ainda assim a que termina vazia.
Nada consegue durar tempo demais em mim, pois vem com tanta intensidade que depois se apaga, mas não morre de fato. Talvez por isso sofro de saudade crônica de tudo que vivo deixando para trás. E vivo esperando o que não vem, pois já se foi há muito tempo.

Lorem Krsna 



sábado, 23 de março de 2013

Acorde-me

Acorde-me.
Levante-me com um beijo ou uma palavra que recria tudo o que sufocou durante os anos. O tempo passou meu bem. e nos passou para trás.
O dia é outro, o ano é outro, e o conto é outro. A bela adormecida apenas descansa quem  é de fato dentro de si mesma. Ou talvez aquela parte que dormiu nunca acorde. Nem com beijos, nem com palavras. O negócio é manter o que ainda há para ser mantido. E por vezes, as palavras podem manter acordados os sonhos muito mais do que um café forte, ou um gole de vodka em uma noite fria...
Então vamos falar, e quem sabe o dia não amanheça, a tarde não passe, a noite não venha, o tempo pare, o frio suma com o calor dos olhos, e fique aquela sensação quente de confortável que a gente acredita que não existe, mas essas coisas existem.
Elas são reais.
Não são contos, nem tão poucos acontecem como neles foi escrito. Somos falhos, desastrados, arrogantes, mas somos o que somos, e o que temos dentro de nós: sonhos, amores e fé.
E isso nos redime. Por isso talvez a bela adormecida espere. Não deitada inútil e rodeado por teias de aranha e planos.
Mas de pé, a encarar-te nos olhos atua espera. E para esta findar, basta uma palavra. Uma palavra para mudar toda a história. 
Lorem Krsna

sexta-feira, 22 de março de 2013

Embriaguez


fonte da imagem

Me irrito comigo mesma. Com frequência. Por coisas estúpidas que falei, ou coisas necessárias que tinha que falar. E por colocar minha vida, o que eu quero, o que eu desejo, em segundo plano por terceiros, só para depois guardar rancor de tantas coisas que não fiz.
Me irrito por observar tanto e deixar de viver, e pela mania de tentar fazer as coisas certas, sem saber para quem são certas, se para mim, ou para as pessoas. Me irrito por meus pensamentos conturbados, minha paixões injustificadas, e por não enxergar as coisas boas a não ser quando estão quase no fim, apreciando o sabor do sorvete só quando ele está acabando e não tem mais onde comprar. Eu queria sentir o gostinho do que é ser plena por mais tempo, sem coisas que pesam, daquilo que não fiz e não disse.
Tudo isso me irrita. As conversas inteiras que imagino sem falar nada. A incapacidade que eu tenho de falar com os olhos ou gestos, de pedir ajuda, de dar a cara a tapa, de dizer quando estou feliz ou triste, ou quando as coisas ficam ruins demais, ou mesmo quando a felicidade me toma. Só engulo, misturo e me embriago com tudo isso.
Lorem Krsna

domingo, 3 de março de 2013

Só talvez

Fonte

Ok! Talvez eu tenha sentido sua falta mais do que diria, do que o tempo permitiria, e que caberia em uma vida. Sabe, um pouquinho todo tempo, de modo ligeiro, rasteiro...
Talvez eu tenha me pegado rindo pensando em você, de vez em quando e sempre. Pensando no que diria naquele instante, em suas frases absurdas que me tiravam do sério.
Talvez eu tenha gostado mesmo de você, e esse seja o motivo da melancolia, o nome bonito de dizer que sinto sua falta e isso me deixa triste, amuada, e que as vezes, por isso, não consigo estar perto de ninguém, por que ninguém é você...
Lorem Krsna

sexta-feira, 1 de março de 2013

Tem certas coisas...

fonte

Tantas vezes quis voltar no tempo para tentar consertar as coisas, mas agora vejo tudo isso como bobagem. No fim, ainda não me arrependi de nada que tenha feito, pois tudo, de alguma maneira me ajudou intensamente. Sou feliz na medida certa, ou do possivel. O que tenho para reclamar afinal, se esse é sim o caminho que venho escolhendo? Culpar o destino é só uma desculpa de quem não quer admitir seus erros... Mas enfim, brinquei, sorri, sofri e chorei já tantas vezes! E não só, e não pela ultima...Cometi erros, tomei decisões certas e outras erradas. Conheci lugares bons e outros nem tanto, gostei de pessoas, me apeguei a momentos e já me dei mal também por isso. Fui racional quando tive que ser, e tola quando o momento pediu. Não posso dizer que já tive pessoas, por isso não sei se já as perdi. E cometi erros, e como cometi! Não quero reclamar, não é algo de que eu goste em mim. Nem tão pouco aceito o que chamam de destino de cabeça baixa. Conformismo não é muito o meu estilo. Enfim, o que tenho pra reclamar afinal? Não tenho tudo o que quero, é verdade. Mas tenho tudo o que preciso para conseguir. Tenho mais até do que acho que mereço. Tenho meus segredos e medos, tenho minhas dores e minhas felicidades só minhas. E fico cada vez mais certa de que estou mudando para melhor. Não vivo em quase mais, vivo em todo! E isso faz de mim um ser melhor do que ontem, e pior do que amanhã! Lorem Krsna

No caminho do que era

Fonte
Se for para te sossego, vou de volta ao que era. Encontrar a estrada que bifurcou, sem saber se pegarei direita ou esquerda...
No rádio, aquela velha canção que sei de côr; Na mala, as roupas velhas que não deixo para trás. E cada carta não perdida, foto escondida e sentimento guardado.
Vou de volta ao que era, mais leve, sem o peso do pára-quedas, da bagagem previnida, e apostando no escuro. Não seguirei as placas de aviso, nem me limitarei mais apenas ao campo demarcado, a estrada mais fácil, e ao destino que mais convém... Não hesito mais diante das encruzilhadas, das placas de pare.
Apenas sigo, de volta ao passado que está no meu futuro. Apenas caminho para você, como se o tempo não houvesse passado, naquele mesmo instante que parou na velha encruzilhada da vida.

Lorem Krsna

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Perto e distante



" Se for para falar de sentir falta, o que me incomoda mesmo é sentir tua presença, mas estar tão longe que não posso o alcançar...'


Lorem Krsna

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Lembrando de mim

Faz-me a canção que não para de lembrar,
ou o filme que quer sempre assistir.
Para que mesmo sem querer, de tanto cantar,
vai ficar assim, lembrando de mim.
Lorem Krsna

Vasculhe

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